O que é um app de entregas e como ele é diferente do iFood
Tem dois negócios com o nome "delivery". Um é o cardápio online, onde o cliente escolhe o lanche e o restaurante prepara: é o modelo do iFood. O outro é a logística: alguém precisa levar um pacote do ponto A ao ponto B, e um entregador da cidade faz isso. O app de entregas da InApps é o segundo.
Funciona como um Uber de encomendas. A farmácia, a loja de roupa, o pet shop, a papelaria, o restaurante que já tem os próprios pedidos, ou uma pessoa comum, abre o app (ou manda no WhatsApp), diz de onde e pra onde, e o motoboy mais perto aceita. O app calcula o preço pela distância, mostra o entregador no mapa e confirma a entrega no destino.
- Preço por quilômetro, com valor mínimo e categoria por tipo de veículo (moto, carro, bike)
- Código de confirmação: quem recebe informa o código e a entrega só encerra com ele
- Foto do pacote na coleta e na entrega, guardada no histórico
- Várias paradas na mesma corrida, pra um comércio despachar vários pedidos de uma vez
- Pedido por WhatsApp, pra loja que não quer instalar nada
- Conta da empresa: o comércio pede e acerta com você por convênio, sem pagar corrida por corrida
Quem paga por um app de entregas na cidade
O comércio local. Toda cidade tem farmácia, loja, mercado, lanchonete e escritório que precisam mandar coisa pra algum lugar e hoje resolvem no improviso: ligam pro motoboy conhecido, esperam, não sabem se chegou. Um app com entregador disponível, preço claro e confirmação resolve isso e vira rotina.
Do outro lado estão os motoboys, que ganham chamados sem depender de um patrão só e sem pagar a taxa dos apps grandes. Nas cidades onde o iFood e a Loggi não entram, ou entram mal, o app local é a única opção organizada.
Quanto custa criar um app de entregas
O mesmo preço fixo de todo app da InApps: R$ 1.297 uma vez (à vista no Pix, ou 3x de R$ 567 no Pix, ou 12x sem juros no cartão) e R$ 197 por mês, com 350 entregas inclusas. Acima disso, R$ 0,59 por entrega. Não tem cobrança por corrida e o que você fatura é seu.
Você só paga depois de ver o app pronto com a sua marca. Desenvolver do zero custaria de R$ 45 mil a R$ 100 mil e meses de espera, e ainda ia faltar alguém pra manter no ar.
Como ganhar dinheiro com um app de entregas
Tem três jeitos, e dá pra usar os três ao mesmo tempo. O mais simples é ficar com uma porcentagem de cada entrega feita pelo app, entre 10% e 20%, calculada e cobrada do entregador automaticamente. O segundo é cobrar do comércio um valor mensal por ter entregador disponível, com preço combinado por entrega. O terceiro é o convênio: a empresa pede quantas vezes quiser e paga uma fatura no fim do mês.
Uma conta por baixo: 10 motoboys fazendo 12 entregas por dia a R$ 9 em média, 26 dias por mês, são 3.120 entregas e cerca de R$ 28 mil rodando no app. Com 15%, ficam R$ 4,2 mil pra você. É estimativa, não promessa. O que faz o número subir é fechar comércio.
Como começar: 5 motoboys e 10 comércios
Não precisa de frota nem de galpão. Precisa de entregadores que já rodam na cidade, dispostos a receber chamado no celular, e de comércios que mandam coisa todo dia. Os dois já existem; o app só organiza.
Semana 1: o app pronto
Você manda nome e logo, define o preço por km e a categoria. Em 7 dias o app está nas duas lojas.
Semana 2: os entregadores
Cinco motoboys bastam pra cobrir uma cidade pequena. Você recebe artes e roteiro prontos pra convidar. O argumento é simples: chamado no celular, sem taxa abusiva, alguém da cidade pra resolver.
Semana 3: o comércio
Farmácia, pet shop, loja de roupa, restaurante com pedido próprio, escritório de contabilidade. Uma visita, o app instalado ou o número do WhatsApp anotado, e a primeira entrega no mesmo dia.
Entregas e corridas no mesmo app
Muita cidade começa com entregas e liga passageiros depois, ou o contrário. Na InApps é o mesmo sistema: no painel você ativa a categoria, define o preço e pronto. O motorista escolhe o que quer atender. Se a sua ideia é o app de corridas, veja a página sobre app tipo Uber; se é mototáxi ou ponto de táxi, a de app de transporte.