O que é um app tipo Uber e o que vem dentro
Um app tipo Uber não é um aplicativo só. São três peças ligadas: o aplicativo que o passageiro usa pra pedir a corrida, o aplicativo que o motorista usa pra aceitar e rodar, e um painel na internet em que o dono cadastra motoristas, define o preço por quilômetro e acompanha o dinheiro entrando.
Na InApps as três peças vêm juntas, com a sua marca em tudo. O passageiro vê o carro chegando no mapa, paga em dinheiro, Pix, cartão ou saldo no app, avalia o motorista e pode agendar. O motorista recebe o chamado, vê o caminho, cobra e acompanha os ganhos. Você vê tudo no painel, pelo computador ou pelo celular.
- App do passageiro na Play Store e na App Store, com o seu nome e a sua logo
- App do motorista com corridas em tempo real, rota e extrato de ganhos
- Painel do dono: motoristas, preços por categoria, taxa, relatórios e bloqueios
- Pedido por WhatsApp pra quem não quer instalar app
- Carro, moto, mototáxi e entregas no mesmo app, cada um com o seu preço
- Cupom, agendamento, código de segurança na corrida e chat entre passageiro e motorista
Quanto custa criar um app tipo Uber em 2026
Existem três caminhos, e o preço muda muito entre eles. Contratar um programador ou uma agência pra fazer do zero custa de R$ 45 mil a R$ 100 mil, leva de 4 a 8 meses e, depois de pronto, ainda precisa de alguém pra manter no ar. Alugar de uma empresa que cobra por corrida parece barato no início: R$ 0,60 a R$ 1,00 por viagem, pra sempre, e a conta cresce junto com o seu negócio.
O terceiro caminho é o sistema pronto com assinatura fixa. Na InApps são R$ 1.297 uma vez (à vista no Pix; dá pra fazer 3x de R$ 567 no Pix ou 12x sem juros no cartão) e R$ 197 por mês, com 350 corridas inclusas. Passando disso, R$ 0,59 por corrida. O que você fatura com as corridas é seu: nada vem pra gente.
O que a mensalidade cobre
Os servidores que seguram o sistema no ar, o banco onde ficam cadastros e corridas, os mapas que mostram o carro na tela, as atualizações que a gente publica e o atendimento. Você não paga Google Maps, hospedagem nem taxa de loja por fora.
Quando você paga
Depois. O app é montado com a sua marca, você abre, testa e aprova. Só então a adesão é cobrada. Se não ficar do jeito combinado, não paga.
Como criar o seu app tipo Uber, passo a passo
Do seu lado não tem programação, nem contrato com loja de aplicativo, nem servidor. O caminho inteiro leva 7 dias e a sua parte é a que decide o resultado: juntar os primeiros motoristas.
1. Conversa sobre a cidade
Um consultor olha com você o tamanho da cidade, quem já atende lá e quantos motoristas dá pra conseguir. Se não fizer sentido, a gente fala na hora.
2. Marca e categorias
Você manda o nome e a logo, e diz o que vai oferecer: carro, moto, mototáxi, entregas. Cada categoria tem preço próprio, que você muda quando quiser no painel.
3. Montagem e publicação (7 dias)
A gente monta os apps, publica nas duas lojas e configura o painel. Você acompanha dia por dia e recebe um vídeo mostrando como usar.
4. Primeiros motoristas
De 5 a 10 motoristas bastam pra começar numa cidade pequena. Você recebe as artes, os textos e um roteiro pronto pra convidar. Motorista vem por dois motivos: pagar menos taxa e ter alguém da cidade pra resolver problema.
5. Lançamento
Grupos de WhatsApp da cidade, comércio local, adesivo no carro. Uma hora por dia costuma bastar no começo. O sistema aguenta o crescimento: o mesmo que roda o seu app já fez mais de 1,3 milhão de corridas.
Quanto dá pra ganhar com um app de corridas na sua cidade
O jeito mais comum de ganhar é ficar com uma porcentagem de cada corrida, entre 10% e 20%. Uma conta por baixo, só pra ter noção: 20 motoristas fazendo 6 corridas por dia, a R$ 14 em média, durante 26 dias, são 3.120 corridas e cerca de R$ 43 mil rodando no app. Com 15% de taxa, ficam R$ 6,5 mil por mês pra você. É uma estimativa, não uma promessa: depende de quanto você divulga e de quantos motoristas junta.
Também dá pra cobrar um valor fixo por semana do motorista, vender crédito adiantado, fechar convênio com empresas da cidade (o funcionário pede, a empresa paga) e vender anúncio dentro do app. O painel calcula a sua parte sozinho e bloqueia quem fica devendo.
Uber clone: o que é e por que o nome engana
Quem pesquisa "uber clone" costuma achar scripts vendidos por US$ 50 a US$ 2.000 em sites gringos. É o código de um app parecido com o Uber, que você precisa instalar, hospedar, publicar nas lojas e manter por conta própria. O barato sai caro na segunda semana: servidor, chave do Google Maps, conta de desenvolvedor, atualização do Android que quebra tudo, e ninguém pra chamar.
O que a InApps entrega é o mesmo resultado (um app com a cara do Uber, com a sua marca) só que já no ar, mantido e atualizado por quem roda o sistema em centenas de cidades. Explicamos as diferenças com calma na página sobre uber clone.
Franquia da Uber existe? Não. O que existe é ter o seu
A Uber não vende franquia, nunca vendeu. Quem procura "franquia uber" geralmente quer uma coisa muito específica: ser o dono do aplicativo de corridas da própria cidade, sem precisar inventar o sistema. Isso existe, e sem royalties.
Com a InApps o app é seu, com o seu nome na loja e as suas cores. Você não paga porcentagem do faturamento, não compra território e não divide com ninguém. O nome InApps não aparece pro seu passageiro. Mais detalhes na página sobre franquia.
Onde um app tipo Uber funciona melhor: cidade de 20 a 300 mil habitantes
Nas capitais os grandes já estão, e brigar com eles custa caro. Nas cidades médias e pequenas o cenário é outro: o Uber e a 99 não chegaram, chegaram mal ou cobram uma taxa que os motoristas locais não aceitam. Ali quem conhece a cidade, os motoristas e o comércio leva vantagem, e é o perfil de quase todos os nossos clientes.
Cidades vizinhas cabem no mesmo app: você liga uma cidade nova no painel, com preço próprio, sem criar outro aplicativo.